Ainda sem uma estratégia montada para buscar um acordo com os Estados Unidos que possa evitar que as exportações brasileiras sejam prejudicadas por tarifas de importação elevadas pelo presidente Donald Trump, o governo Lula discute com representantes das indústrias nacionais caminhos para uma negociação.
Paralelamente, empresários do Brasil conversam com seus clientes americanos para tentar convencê-los a fazer pressão sobre a Casa Branca. O argumento é de que seus produtos ficarão mais caros com as sobretaxas.
Segundo interlocutores do governo e do setor privado, as conversas entre empresários brasileiros e americanos ocorrem nos mais variados setores.
Desde que assumiu a Casa Branca, no mês passado, Trump vem tomando medidas para proteger as indústrias locais dos importados. Já aplicou uma tarifa de 25% sobre aço e alumínio oriundos de todos os países fornecedores e avisou que vai aumentar alíquotas de produtos tributados em percentuais maiores do que os adotados pelos EUA. Um exemplo é o etanol.
Para evitar prejuízos às exportações nacionais, o governo tentará convencer os EUA que o Brasil não é uma ameaça. O principal argumento é que as duas economias são complementares.
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